8 dicas importantes para produzir seu CD

Apesar de toda a estrutura e quantidade de plataformas digitais existentes hoje no mercado, que possibilitam a difusão de músicas, produzir um álbum físico ainda é o grande sonho de muitos artistas. Mesmo que esse suporte tenha tido uma redução considerável de consumo por determinada parcela do público consumidor de música, ele ainda continua sendo uma das formas eficientes de divulgação do trabalho, não só para o público fiel que o acompanha nos shows, como também, para distribuição gratuita ou venda em lojas, shows, kits para imprensa, etc.

A obra registrada em meio físico, seja ele CD, DVD, vinil, transforma-se em objeto de desejo para os fãs e admiradores. Por esse motivo, torna-se necessário que o artista planeje a produção de sua obra para atender a essa demanda do mercado.

Dicas para produzir seu CD

  • 1. Planejamento

Faça um cronograma para a execução do projeto, estipule uma equipe engajada, levante custos (orçamentos) de ensaios, gravações, músicos (freelancer), divulgação, lançamento, etc. Adicionar datas e locais já determinados é primordial para o sucesso do resultado final da obra. A partir disso, o projeto terá seu início efetivo.

  • 2. Criação

A grande maioria dos artistas e bandas certamente tem composições guardadas em algum lugar. Com a descoberta ou apresentação desse material, é dado início ao trabalho de criação da obra.

O trabalho começa, efetivamente, pela montagem das composições da obra e, daí em diante, pela lapidação do produto que será impresso, o CD. Essa lapidação ocorre com ensaios frequentes, mudanças em arranjos e letras, e, com isso, acontece o amadurecimento de ideias sobre as composições. Quando as músicas estiverem muito bem definidas e os músicos estiverem sincronizados e seguros nas execuções, chega a hora de gravar!

  • 3. Escolha o estúdio

Na escolha do estúdio é importante fazer visitas pessoais para conhecer a estrutura do local e as pessoas que estarão envolvidas no projeto. Gravar em estúdio não é apenas apertar o “Rec” e deixar rolar, é preciso considerar que, não só equipamentos de ponta fazem um bom resultado final, é muito importante que quem os opera tenha o domínio e a sensibilidade sobre eles e sobre o que faz, para conseguir capturar a essência do trabalho do artista.

O artista pode encontrar no mercado estúdios nos dois extremos, tanto estúdios com equipamentos de primeira linha sendo mal operados, com o uso excessivo de efeitos e recursos, que transformam e descaracterizam totalmente o resultado; quanto estúdios onde o técnico de áudio, com sensibilidade e recursos suficientes, consegue materializar o que de melhor tem o artista. Além disso, no caso de artistas solo, é importante contar com a escolha e contratação de músicos que se identifiquem com o projeto, pois isso também dará mais sensibilidade ao trabalho. Daí a importância de pesquisar e conhecer antecipadamente o estúdio, para que ele esteja dentro do planejamento e caiba no orçamento do projeto.

O artista deve também levar em consideração que, para passar para as próximas etapas, a gravação deverá estar no mínimo mixada e, de preferência, já masterizada. Após a masterização, será gerada uma mídia master e é a partir dela que serão gravadas as cópias do CD.

Entenda o conceito de mixagem e masterização

  • Mixagem – É o processo que vem após a gravação das músicas para obter um equilíbrio entre o volume e o timbre de todos os componentes, de forma que todos possam ser ouvidos de forma clara.
  • Masterização – É considerada a cereja do bolo. Nessa etapa, será preciso ouvir cuidadosamente cada uma das faixas mixadas e corrigir alguma deficiência sonora ou outros problemas que possam ter surgido após a mixagem.
  • 4. Registre as músicas

O processo de registro das músicas poderá ser feito mesmo antes do início de todo o processo de produção do seu CD, porém, é recomendado que se faça após o término do processo de criação, pois nesse processo as músicas podem sofrer alguma alteração, seja no arranjo ou letra.

Já o ISRC de cada faixa do projeto deverá ser gerado antes da finalização da masterização, ou seja, antes de ser gravada a mídia master que irá conter os códigos ISRC das faixas.

  • 5. Produza o CD

Com a master pronta, é chegada a hora de produzir seu CD. Nesse momento, a definição da finalidade do projeto vai influenciar na escolha do tipo de embalagem; de mídia, replicação (prensagem) ou duplicação; de materiais gráficos, entre outras coisas. Por ser uma empresa especializada, com mais de 10 anos de mercado, que preza pela qualidade e satisfação do cliente, a Discmídia tem a solução certa para o seu projeto, confira em nosso site.

  • 6. Lance o CD

Com o produto em mãos, é hora de lançar seu CD para o mercado. Durante todo esse processo, o artista ou banda deve definir onde e quando o produto será lançado. O bom lançamento, primeiramente, é feito para os meios de comunicação (jornal, rádio, televisão) e formadores de opinião (associações, coletivos e pessoas ligadas à área cultural), mas não deixando de lado o público, que deverá ser, em sua maioria, convidados especiais.

Para a realização do lançamento, é sempre bom que o artista crie kits de imprensa com CDs, releases, contatos (escritório) e outros atrativos que informem sobre ele e sobre a obra, bem como kits para convidados especiais e público em geral. E também disponibilizar CDs, camisas, adesivos, etc, para venda no local de lançamento. Esse modo de lançamento do projeto gera engajamento e divulgação, e, com isso, conteúdos que podem ser trabalhados futuramente para a promoção do trabalho em outros meios, como nas mídias sociais, por exemplo.

  • 7. Distribuição – Lojas / Plataformas

Após o lançamento físico e divulgação nos meios de comunicação, o artista deverá ter a distribuição em lojas e plataformas digitais engatilhadas para aproveitar o engajamento da divulgação do lançamento, ampliando assim a divulgação nas mídias sociais, com o conteúdo criado no lançamento e, com essa ampliação, aumentar a possibilidade de venda dos produtos.

  • 8. Shows/Circulação

O show é a assinatura do artista no projeto. Nele o artista trará ao público o calor da obra. É importante que os shows não sejam uma cópia fiel daquilo que foi gravado em estúdio. Show é performance, movimento, cor, energia, é a interatividade com o público.

Uma vez que as músicas estejam nas plataformas digitais, com divulgação e aceitação, o artista precisa fazer com que o show circule por vários lugares, difundindo e ampliando ainda mais as possibilidades de sucesso e, com isso, encerrando com chave de ouro o ciclo desse trabalho.

Com planejamento e cumprimento do cronograma, o projeto será um sucesso e caberá dentro seu orçamento.

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